sábado, 3 de março de 2012

O microscópio optico composto

O microscópio óptico composto (M.O.C.) é um instrumento usado para ampliar,
com uma série de lentes, estruturas pequenas impossíveis de visualizar a olho nu.
O M.O.C. é constituído por uma componente mecânica que suporta/estabiliza e
permite controlar uma componente óptica que amplia as imagens. Cada parte engloba uma
série de componentes constituintes do microscópio.



Parte mecânica:


• Pé ou Base – suporta o microscópio, assegurando a sua estabilidade.


• Braço ou Coluna – peça fixa à base, na qual estão aplicadas todas as
outras partes constituintes do microscópio.

• Tubo ou Canhão – cilindro que suporta os sistemas de lentes,
localizando-se na extremidade superior a ocular e na inferior o revólver
com objectivas.


• Platina – peça circular, quadrada ou rectangular, paralela à base, onde
se coloca a preparação a observar, possuindo no centro um orifício
circular ou alongado que possibilita a passagem dos raios luminosos
concentrados pelo condensador. Apresenta geralmente 2 pinças
destinadas a imobilizar as preparações.


• Parafuso Macrométrico – engrenagem cuja rotação é responsável por
movimentos verticais da platina, rápidos e de grande amplitude. Permite
afastar ou aproximar a platina das objectivas rapidamente. É indispensável
para fazer a focagem.

•Parafuso Micrométrico – Afasta ou aproxima a platina das objectivas ao
imprimir-lhe movimentos de amplitude muito reduzida, completando a
focagem. Permite explorar a profundidade de campo do microscópio.


• Revólver – disco adaptado à zona inferior do tubo, que suporta duas a
quatro objectivas de diferentes ampliações: por rotação é possível trocar
rápida e comodamente de objectiva.



Parte óptica:
• Sistema de Oculares e Sistema de Objectivas – o conjunto de
lentes que permitem a ampliação do objecto. A ampliação total dada
pelo microscópio é igual ao produto da ampliação da objectiva pela
ampliação da ocular.


• Ocular- capta a imagem ampliada pela objectiva, ampliando-a,
através do seu sistema de lentes e permite a sua
observação pelo olho humano.


• Objectivas- Ampliam a imagem do objecto a ser observado,
através do sistema de e lentes que a compõem.


• Fonte Luminosa – existem vários tipos de fontes luminosas,
podendo ser uma lâmpada (iluminação artificial), ou um espelho que
reflicta a luz solar (iluminação natural). Os dois tipos de iluminação tem
virtudes e defeitos, mas destinam-se os dois à iluminação da
preparação, possibilitando assim a sua visualização do que se pretende observar.


• Diafragma – regula a intensidade luminosa no campo visual do
microscópio.


• Condensador – distribui regularmente, no campo visual do
microscópio, a luz que atravessa o diafragma.

Modelos da estrutra interna da Geosfera

A constituição interna do nosso planeta continua inigmatica.


Porem, com a analise de resultados de experiências directas ou indirectas sobre o interior da Geosfera, criaram-se dois modelos que tentam explicar como é constituído internamente o nosso planeta. Esses dois planetas denominam-se denominam-se modelo químico e modelo físico, baseados em factos químicos e físicos, respectivamente.










Sismologia

A sismologia, determina entre outras coisas, o epicentro e o hipocentro de um sismo, local onde o sismo é sentido e local do interior da Terra onde o sismo tem origem, respectivamente.
A sismologia é a ciência que estuda o comportamento das ondas sísmicas que atravessa o globo terrestre, que dá origem aos sismos, um dos fenómenos naturais mais difíceis de prever e dos mais que provocam mais distribuição.
Um sismo ocorre quando um certo material no interior da terra ultrapassa o seu limite de resistência, após ter sofrido pressões. Após a formação da falha, a energia resultante das pressões é libertada sobre a forma de ondas sísmicas, dando origem a um sismo.
As ondas sísmicas podem ser classificadas em ondas profundas, ondas P e S, e ondas superficiais, ondas de Love e de Reylight. As ondas S não se propagam nos meios líquidos.





Os sismos podem ser classificados quando á sua magnitude, escala de Richter, e quanto á sua intensidade, escala de Mercalli.


Podemos ainda determinar o hipocentro (local do interior da terra onde ocorre o sismo) e o epicentro(local á superfície horizontal ao hipocentro onde o sismo é sentido) de um determinado sitio, basta ter 3 centrais com sismogramas para fazer o registo desse mesmo sismo.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Vulcanismo e tectónica de placas

O tipo de Vulcanismo está também relacionado com a sua localizaçao nas placas tectónicas. Quanto a esta localização, os vulcões podem ser intraplacas, se se localizarem dentro das placas tectónicas, e interplacas, se se localizarem entre duas placas tectónicas, podendo ficar entre limites convergentes ou divergentes.
Consequentemente, os tipos de actividade vulcanica associados a estes dois tipos de vulcanismo sao diferentes



Vulcanologia

A vulcanologia é a ciência q estuda um dos fenómenos mais espectaculares e por vezes trágicos que existem, os fenómenos de vulcanismo.





O vulcanismo é uma manifestação do geodinamismo interno do nosso planeta e é caracterizado pela emissão de materiais provenientes do interior da Terra, por isso a analise desses materiais constitui um importante método directo do estudo do interior do nosso planeta.







domingo, 4 de dezembro de 2011

O Paleomagnetismo

Outro dos métodos indirectos para o estudo da Terra é o Paleomagnetismo:




















Gravimetria

Como referimos anteriormente, entre os métodos indirectos para o estudo do interior da Terra, encontra-se a gravimetria